sexta-feira, 23 de junho de 2017


O LEGHI convida a todos para dia 10 julho (segunda-feira) participarem desta aula pública.
#APOIOMARLENEDEFAVERI #IGUALDADEDEGENERO #FORAESCOLASEMPARTIDO 

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terça-feira, 30 de maio de 2017


É PRECISO CRUZAR...

Vivemos em fronteiras físicas, fronteiras psicologias, fronteiras sexuais e fronteiras espirituais que são palpáveis em nosso cotidiano.  Estamos cercados por fronteiras de todos os lados, onde pessoas de diferentes raças, credos, gêneros, ocupam o mesmo território, o mesmo espaço, onde vivemos e  interagimos .
Essas fronteiras nunca foram um lugar cômodo para se viver, um lugar de contradições, paisagens estas marcadas pelo ódio, pelo preconceito, pelo sexismo, pela raiva, exploração e discriminação. A fronteira é essa grande metáfora especialmente quando se busca visibilizar identidades que nascem e vivem nesse espaço.
Ela é o espaço móvel, polifônico, híbrido, feito de incessantes travessias externas e internas, permitindo o experimentar de identidades que mostra as diversas maneiras de viver e transitar na contemporaneidade através de nossos corpos. Esse é o desafio do LEGHI: a constante busca por “historias outras”  dos sujeitos dessa fronteira,  que transitam por  “espaços outros” “vidas outras” , em defesa de sua liberdade, de sua identidade,  de seu gênero.
Nossos desafios são muitos. Precisamos pensar/construir novas subjetividades libertárias emergentes nesses entre-lugares de sinergias fronteiriças. É preciso fazermos experimentações nesses espaços. Como um pensar  nômade — um pensar associado ao movimento fugidio, que escorrega, desvia e desliza, e que nos convida à marginalidade de dilatar nossos  corpos, de deixar o pensamento alargar-se, transpondo esses limites, para que se possa pensar de modo diferente em relação à forma como se pensa.
É preciso nos desafiarmos, sobretudo no que tange à criação, à experimentação e à invenção de [im]possibilidades, contra essa argamassa fossilizada do preconceito, do racismo, da homofobia, do sexismo, da intolerância presente na  sociedade brasileira.
Vivemos nessa fronteira, nessa margem. Entretanto fronteiras não aparecem apenas  para dividir  e diferenciar... mas   há aquelas que possibilitam a união, aquelas que passo a passo vamos atravessando para ao outro lado.
Pensar a fronteira de nossos corpos, nossas sexualidades, nossos gêneros é permitir o contato com o imprevisto, com o alheio, com o diferente.  Mas também é pensar o pre-visto, com aqueles sujeitos que não conhecemos. Precisamos fundamentalmente nos conhecer, e transformar-nos, cruzar o outro lado. Imaginar, inventar, faz com que a barreira fronteiriça seja transposta; o que evidencia uma inversão do estabelecido, do dito, do canônico: o muro assegura o domínio, o status, mas não impede a capacidade inventiva, a transgressão...
O LEGHI enquanto espaço de pesquisa e formação nos leva a novos desafios, o que significa cruzar essa ponte, abandonar esse território significado, pre-visto e transitar num terremos liminar e fronteiriço, onde seja possível e produtivo olharmos uns para os outros, escutarmos e transformarmo-nos pelo contágio/contato.

Sejam bem-vindxs!

quarta-feira, 17 de maio de 2017


 
III Simpósio de Gêneros e sexualidade: Religiões, mídias e corporalidades e I Congresso Nacional de Gênero e Sexualidade de Mato Grosso do Sul
Ambos eventos, promovidos junto ao Laboratório de estudos de violência e sexualidade da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, ocorrerão em conjunto entre os dias 24 e 26 de maio de 2017 em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil, na sede da própria universidade (UFMS).
O LEGHI manifesta seu apoio ao evento, o qual contará com inúmer@s pesquisador@s participando entre os dias de programação.

Para maiores informações sobre o evento como: programação, inscrições, mesas, hospedagem etc acessem o link:

https://sigesex.wordpress.com/ 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

1º Colóquio Internacional: Entrelazando Fronteras



           O LEGHI, juntamente com a Cátedra UNESCO/UFGD e o PPGH/UFGD, realiza sua primeira atividade internacional em 2017. 


Tod@s estao convidados!


quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Dicionário Crítico de Gênero ganha em 1º lugar o Prêmio ABEU 2016 na Categoria Ciências Humanas!

  


O Laboratório de Estudos de Gênero, História e Interculturalidade (LEGHI) tem o prazer de informar que o Dicionário Crítico de Gênero, organizado pelo Prof. Dr. Losandro Antônio Tedeschi e Prof. Dra. Ana Maria Colling, ganhou em 1º lugar o Prêmio ABEU 2016 na Categoria Ciências Humanas! Parabéns professor@s! 

A Cátedra UNESCO/UFGD convida a tod@s para participar do I Seminário Diversidade, Relações de Gênero e Sexualidades

                

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Feminismo, Gênero e Direitos Humanos

 


          No dia 16/09 aconteceu o debate sobre “Feminismo, Gênero e Direitos Humanos” dando continuidade ao evento “Psicologia Social e Fronteiras da Exclusão”. Em um auditório repleto de docentes e discentes da comunidade acadêmica e representantes de organizações dos movimentos feministas e políticas públicas para mulheres da região, a Dra. Daniela Auad expôs o tema de forma crítica e potente encantando a todos que prestigiaram o evento. O debate foi pautado pelas novas perspectivas do feminismo De-Colonial em suas interfaces identitárias a partir de grupos ainda marginalizados na sociedade como as mulheres encarceradas, faveladas e lésbicas.
          Durante a tarde, houve o encontro de pesquisadores da Cátedra UNESCO/UFGD e de membros do NEDGS (Núcleo de Estudos de Diversidade de Gênero e Sexual) na FADIR, cujo objetivo foi de diálogo a partir dos estudos e pesquisas realizadas na região.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016



 


Aconteceu no dia 01 de setembro, no auditório da Unidade 1 da UFGD, o primeiro dia do ciclo de debates do II Encontro de Psicologia Social e as Fronteiras da Exclusão, cujo tema foi "Os Desafios da Construção de Práticas Antimanicomiais", apresentado pela Prof. Dra. Cristina Amélia Luzio. 
O evento contou com a presença de graduandos dos cursos de Psicologia de Dourados, professores e demais colaboradores, e espera contar com tamanha presença nos demais debates que serão realizados no decorrer do mês de setembro.
A Cátedra UNESCO/UFGD "Diversidade Cultural, Gênero e Fronteiras" apoia a o evento realizado pela ABRAPSO (Associação Brasileira de Psicologia Social).

Encontro do Núcleo de Estudos de Diversidade de Gênero e Sexual

          Aconteceu no último dia 21 de julho, a 5ª reunião ordinária do Núcleo de Estudos de Diversidade de Gênero e Sexual (NEDGS), o qual, segundo o coordenador Prof. Dr. Miguel Gomes Filho, tem se institucionalizado na UFGD e contribuído com estudos e produção de conhecimento, possibilitando a desconstrução de visões reducionistas e estereotipadas da realidade.

Confira matéria completa.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Pesquisador e coordenador do LEGHI, Losandro Tedeschi, lança obra sobre História das Mulheres Camponesas no Rio Grande do Sul.
          
         
                  "Depois de vários anos de ter vivido a experiência da escrita da minha tese, quase uma década, apresento a@s companheir@s a história de um movimento de mulheres da roça no Rio Grande do Sul... Que se fez e refez, resistiu... Uma história de terra e sementes, de luta e chão, de caminhos de vida de mulheres que encaram na geada e no calor o cotidiano da sobrevivência. Que se organizaram e abraçaram a luta por cidadania, e que hoje continua sendo uma história pouco lembrada/contada. Histórias de mulheres colonas fortes, frágeis, desiludidas, corajosas, esperançosas... Guerreiras. Hoje muitas (os) colhem os frutos dessa luta, mesmo não sabendo o que é plantar... A expressão de Dª Celita (capa) mostra com simplicidade a extrema força de mulher, das mulheres da roça... Nesse rosto que exibem rugas que são vergas, talhadas pelo tempo, pela resistência à dor... Pelas veias desses corpos de colonas correm rios que irrigam as mãos calejadas que cortam e plantam a nova terra que tanto sonhamos. Um agradecimento especial a Cleci Eulália Favaro ( orientadora no período), a amiga e companheira de tantas caminhadas Ana Maria Colling, as demais companheiras que de alguma forma contribuíram nessa obra: Margareth Rago, Joana Maria Pedro, Edla Eggert e Eloisa Capovilla Ramos, Marise Frainer, Graça Craidy..." - Losandro Tedeschi
Em breve o livro será lançado na UFGD!

O LEGHI convida a todos para dia 10 julho (segunda-feira) participarem desta aula pública. #APOIOMARLENEDEFAVERI #IGUALDADEDEGENERO #FORAES...